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Remedios Varo / La creación de las aves (1957)

Editorial Em 2015, a deusa musa Beyoncé lançou seu último disco, Lemonade, com uma performance matadora no superbowl, vestindo um collant que homenageava tanto a Michael Jackson quanto aos panteras negras. Era a primeira vez que a cantora americana se aprofundava nos temas do ativismo feminista negro a que fazia referência desde os seus tempos de Destiny’s Child. O disco é um belo de um soco no estômago. As letras podem ser entendidas em conjunto, enunciando uma filosofia feminista baseada na experiência formadora de meninas e mulheres negras, conectando uma infância violenta e marginalizada com o tema adulto do desprezo sofrido no casamento. Clique e leia o editorial da edição especial RaimundA

Coletâneas de poemas

Quando você me perguntava sobre o rio grande como o mar

de Mariana Ruggieri

No açougue da avenida padre pereira e outros poemas

de Pilar Bu

Dilemas de uma feminista acadêmica

de Yasmin Nigri

Muro

de Marianna Viana

Bílis e outros poemas

de Luciane Lopes

Para amanhã e outros poemas avulsos

de Mariana Paim

Sol de Coyoacán

de Bárbara Lia

Panorama e outros poemas

de Clarissa Macedo

Três poemas indignados e uma canção de amor

de Silvana Guimarães

Cor do pecado e Maria

de Blenda Pereira

Creisi e Lummy Bear

de Carla Diacov

Mi dificultad de mirarte os olhos

de Paola Santi Kremer

Noturno no campo e outros poemas

de Laís Araruna de Aquino

Ama/dor/a

de Diedra Roiz

Deslize e Fluxo

de Anna Luiza Terra

Via crúcis e A náusa da criação

de Lana Maciel

Romântica e Stela

de Geruza Zelnys

Nenhum deles valia a pena de um poema e outros poemas

de Isadora Xavier

Tríade trêmula

de Claudia Marczak

Rupturas

de Monica Marques

Vasculhando amor

de Laura Vainer

Poemas avulsos

Bolhas-PLÁSTICO

de Julie Fank

Madame Nagô

de Talita Rocha

Boa noite a TODAS

de Ana Barbara Neves

Deixa ser carne

de Anelize Moreira

à trois

de Viviane Nogueira

Deixa ficar...

de Anael Santalucia

entre Paul Gilroy e o rap que não fizemos

de Bianca Gonçalves

Malditas moedas turquesas

de Beatriz Regina Guimarães Barboza

Aos homens que usam alguns gramas de analgésico para fingir uma ilusão

de Marcela Maria Azevedo

De pétalas, mil espadas

de Suzel Domini

Inverno-Primavera 2016

RaimundA 

Duas poetas latino-americanas

Chora-me ausente mas não perdida

Poemas de Adela Zamudio, tradução de Aline Rocha

Cuerpos/Corpos

Poemas de Maria Auxiliadora Alvarez, tradução de Ellen Maria Vasconscellos

Contos

Corpo no corpo

de Ana Rüsche

Venha. O Centauro gargalha e balança a cabeça. Não vou. A ameaça da quentura me asfixia uma vez mais, aquela brasa lá de dentro. Arrefeci.

A mulher que se escamou

de Caroline Policarpo

Um dia, no banho, ela percebeu escamas na pele. Escamas mesmo, não é modo de falar, não quer dizer apenas aquele enrugar normal da pele molhada. Escamas mesmo.

Cadernos berrinenses

de Drielle Alarcon

a berrini rasgou a cidade e silenciou uma várzea de rio para criar um novo pólo empresarial. com ele, vieram tipos, discursos e imaginários próprios do universo corporativo.

Seu fastio

de Natália Zuccala

A mim abandonam-me. Está certo isso? Não sei. Não? Não sei. Sei que abandonam-me. Ligeiros. Sempre passam ligeiros por mim.

A última parte

de Ellen Maria Vasconscellos

O primeiro é situar-se. Depende do planeta inimigo, a escolha da arma. É preciso traçar um método eficaz de sobrevivência, ainda que temporário.

Sobre a confiança

de Giovana Machado

As gotas de água desabavam feito saraivas na praia. Na terra amarela, os pequenos peixes se infiltravam nas poças abertas pelo temporal. O mar parecia um gigante engolindo a imensidão

Uma a mais

de Lena Luiz

Sai de casa tiritando. Melhor sentir um bocadinho de frio agora que ficar suando e carregando tralha mais tarde. Inverno brasileiro é osso.

A peste ou estratégias arriscadas de marketing

de Julia Raiz

Prontuário em síntese: febre alta; exames de sangue em andamento; alucinações noturnas de caráter zoofílico. Trata-se talvez da aguardada paciente zero

Será que abri os olhos

de Marcella Mattar

Minha irmã dirige o carro numa velocidade desenfreada. Tonta, vejo a paisagem voar, tão rápido quanto estão agora os meus pensamentos.

O gordo

de jessica W. Olivieri

Sempre fui gordo. O amigão de todos, o porpeta, o bola oito, o Faustão, o Buda, o boneco Michelin, o Jô Soares, o Fininho, o Bola... o Gordo. Daí o Faustão emagreceu

Mão de goleiro

de Natasha Centenaro

No gol. Eu disse. Quando ele me perguntou em que posição eu jogava. O olho esquerdo mais próximo à pálpebra fitava-me quase em contra-plongèe

Cinza de monturo

de Lílian Almeida

A urna. Abriu-a junto ao lago do parque. Lágrimas suspenderam um pó fino dentro da caixa. Olhava e não via aquele instante, o passado frio na memória acesa.

Nem um fio de cabelo de dona Clô

de Sara Albuquerque

O instante se arrasta abafado em suas pálpebras. Ele apequena os olhos e posiciona uma das mãos na linha das sobrancelhas, esforçando a meninice para enxergar melhor as cores

Custódio, eu te vi

de Maria Luiza Bueno Benevides

Naquele tempo as professoras eram as freiras e o colégio, exclusivo de meninas. Sem população masculina de qualquer idade, tirando o padre em suas visitas

Homem sem agá

de Marlene de Lima

O dia do analista é hoje, mas não sei se vou. Lembro-me de mim, diante do espelho, em 31 de dezembro de 2003. Depois de percorrer toda a via crucis dos processos físicos, biológicos

Ensaios e não-ficção

D'Os beats ao encontro com As memórias de uma beatnik

de Mariana Paim

Comprei a coletânea em quadrinhos Os beats há anos atrás, movida ainda pela fagulha rebelde que havia sobrevivido a adolescência

Grey's Anatomy e a política do ¯\_(ツ)_/¯

de Raquel Parrine

Este texto contém todos os spoilers possíveis e imagináveis da série Grey’s Anatomy, até a 12a temporada. Leia por sua própria conta e risco.

Ao despertar já era outra

de Jéssica Menzel

Estava tão em êxtase que poucas lembranças restaram da viagem à Tailândia. Subiu às nove da manhã para o sexto andar e tomou café. Depois desse horário, nenhuma refeição pode ser feita.

Em defesa da dúvida

de Ananda Vargas Hilgert

Tenho escrito sobre feminismo há dois anos e preciso confessar algo importante: eu vivo em dúvida e me sentindo culpada quando não sei me posicionar sobre algum assunto feminista

A arte de Bispo do Rosário e os saberes da loucura

de Stephanie Boaventura

Arthur Bispo do Rosário, negro, sergipano, empregado em um casarão de família abastada, perdeu, em determinada noite, a capacidade de distinguir experiências reais das imaginárias.

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Edições recentes

Inverno-Primavera 2016: RaimundA

Outono 2016: Poesia com gente dentro

Verão 2016: Todos os cantos são o centro de algum lugar

Primavera 2015: Museu das conversas desencontradas

Inverno 2015: Não sobre o amor

Outono 2015: 26 textos para serem lidos no transporte público

Verão 2015: Edição amarrada em um poste

 

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Quem somos? A Raimundo abre as portas para novos autores e atores da literatura brasileira, entre contistas, poetas, tradutores e ensaístas. Criada em 2014 com proposta de ser uma revista de edição trimestral, pretende acolher obras que pouco encontraram abrigo nos ainda apertados espaços do mundo editorial brasileiro.

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